Não adianta. Eu não vou chorar, não vou sofrer, não vou te ligar. Eu te amo, mas também me canso.
“Se uma garota é estupida ao ponto de te amar depois de você ter partido seu coração, eu te garanto, ela é única. Não a deixe partir”
Ultimamente nada faz muito sentido, as pessoas mudam, outras se vão, outras apenas criticam e por ai vai!
Era pra gente ter dado certo. Tínhamos tudo para dar. Talvez não fosse perfeito, mas era como se fôssemos. Mas os planos não saíram como planejado. Nenhum de nos dois cumpriu as promessas que fizemos um para o outro. Mas podia ter dado certo. Por um instante eu achei que fosse dar. Não sei aonde errei, não sei aonde erramos. Talvez seja o ciúmes possessivo que a nossa relação se tornou. Acho que pode ser também a suas crises existenciais - cheguei a pensar que você fosse bipolar - quem sabe foi o frio. É, o frio. Talvez ele tenha tomado conta de nossos corações, congelando por dentro e apagando o restinho de brasa viva do amor que ainda insistíamos em manter aquecida. Mas e tudo o que passamos juntos? E todas aquelas juras de amor? Aonde foram parar, me diz? Talvez tais palavras foram ditas no calor do momento, na emoção. Pensando melhor agora… Acho que nunca fomos feitos um para o outro. Agora que parei pra pensar, acho que a gente nunca poderia ter dado certo. Na verdade tenho certeza. Se fosse pra dar certo, nossa relação não teria chegado à esse ponto. Não teríamos nos afastado. Eu não estaria aqui, sem você. E você não estaria aí, sem mim.
Os primeiros dias são terríveis. Terríveis testes de auto-controle. Dá vontade de ligar, mandar mensagem, cartão postal, sinal de fumaça. Só pra saber se tá bem, se comeu direitinho e tomou o remédio. Saudade, saudade, saudade. Maldita falta de costume da ausência.

